domingo, 19 de agosto de 2012

Na falta...........

Nunca mais postei aqui, não, não é a vida que tá interessante, é falta de histórias mesmo (não é queridas colaboradoras?). Na falta (também) de histórias, eu, obsessiva compulsiva que sou, tirei o domingo pra ver todos os episódios de Adorável Psicose e separei um, em especial, para colocar aqui.
Qualquer semelhança não é mera coincidência




sexta-feira, 22 de junho de 2012

Formatura TRTRTRTRTRTRTR

Festa de formatura, longo, laquê, flashs, música cafona. Mas nessa hora também, a música cafona já era a preferida. As meninas, amigas de tempos, foram prestigiar a amiga concluinte da  faculdade. Sandália Havaiana com o vestido chique, cerveja grudando o cabelo do banho que uma delas tinha dado, pelo menos a maquiagem tava em cima ainda, mesmo com raiar do dia.

Expulsas da casa de festa, as meninas não queriam terminar por ali, no ritmo de ''nãoparanãoparanãoparanão'', foram para o after que era o mais conhecido da cidade: o velho e histórico Garagem!! Chegando lá, tenho que dizer que as meninas causaram impacto nos sobreviventes da noite com suas vestes super chiques, aquela hora da manhã, naquele lugar não muito limpinho. Os boys do lugar não cansavam de perguntar de onde elas tinham vindo e elas já cansadas - de casa, porra!

Certa altura da manhã, uma delas vê um boy olhando pra ela, ela olhando pra ele, ele olhando pra ela...até que foi consultar a amiga universitária - Amiga, aquele boy tá me paquerando. A outra responde na lata - Ai, não, ele tem cara de quem não corta os pentelhos. E começou a imitar um cortador de grama elétrico... O barulho pode ser traduzido pra escrita mais ou menos assim: TRTRTRTRTRTRTRTR.

Mas ela não se fez de rogada com esse comentário e pá, ficou com o boyzinho que tinha cara de que não aparava os pentelhos. Beijinho vai, beijinho vem, abraço, mão ali, aqui até que: TRRTTRTRTRTRTRTRTRTRTR, a amiga aparece DO NADA e começa a imitar um cortador de grama, deixando a outra amiga MORTA e o boy sem entender absolutamente nada, sem entender inclusive que o TRTRTRTRTRTR se referia a ele.

A amiga que pegou o boy dos pentelhos cansou e foi embora, mas as outras ainda tavam no ritmo de ''nãoparanãoparanãoparanão'' e esticaram para outro bar. Mas, no meio do caminho, quando passaram no Museu do Estado, tinha uma galera de beca, tirando foto pra formatura e elas bêbadas, porém chiques, sem nem pestanejar, gritaram: EI, A GENTE JÁ VEIO DA FESTA.


**Continua: Uma semanas depois da destruição, a amiga que pegou o boy dos pentelhos encontrou uma colega que disse: Oxe meu irmão, eu tava tirando foto pra minha placa no Museu do Estado, quando vê duas doidas, com roupa chique gritando: EI, A GENTE JÁ VEIO DA FESTA.
A amiga - glup!

domingo, 17 de junho de 2012

Encontrando uma agulha no palheiro


Hoje o blog traz uma experiência ''alheia'' de encontrar agulha no palheiro:

*****

Sim, porque nós cansamos de procurar. Procuramos tanto que as vezes ate
achamos que encontramos. Pura ilusão. Pura não, maliciosa, mas ilusão do
mesmo jeito!

Essa é a segunda lição para quem se tornou solteira há pouco tempo. Lição
numero um é aprender a olhar. A maioria de nós deixamos de olhar para o lado
quando nos relacionamos com uma pessoa só. O nome disso, para os rapazes
que lêem esse blog (e com certeza ainda não entenderam do que se trata!
) é ‘fidelidade’. Pois é, as garotas acreditam nisso! E acreditem vcs também,
fidelidade está mais próximo de ser verdade do que Papai Noel!

Depois de olhar pro lado, a mulher precisa começar a encontrar! Ai vcs devem
estar se perguntando: como encontrar um homem nessa cidade!? Pois é, também
não sei a resposta! Mas talvez um dia encontre! E bem mais fácil que o nosso
objeto de desejo: o próprio homem.

A gente começa procurando muito. Em todos os lugares, em todos os momentos,
não importa as referencias. Vc quer apenas um homem pra fazer xamego! Ou vc
acha isso. E se decepciona quando percebe que a grande maioria dos homens por
ai não são pro seu bico. Das três categorias, o doido é sempre o mais pedido.

Então vc olha para todos os lados atrás desses doidos. Vê um monte de casal,
dançando abraçadinho. Sente inveja, claro. Resolve olhar pro outro lado. Dá
de cara com um grupinho de homossexuais (do sexo masculino) e se sente
injustiçada. Mesmo respeitando muito, mas injustiçada mesmoooo! E os doidos
que sobram, ahh, infelizmente, a grande maioria não serve é pra nada! Nós
estamos dando muito mais conta do recado que eles!

E uma dica super básica que serve para qualquer etapa da solteirisse: nunca ir
para uma festa chamada: bailinho dos namorados. É obvio que vc vai rir muito
com sua amiga, mas não vai passar disso! Musicas para dançar agarradinho e
as possibilidades que surgem para vc não valem a pena. Melhor ficar em casa
planejando outras noites!

Quem sabe noutra a gente encontre! E essa também é uma lição que serve
pra vida toda: nem sempre vc encontra o que quer. Por isso cuidado, quando
encontrar não se apaixone de primeira! Aprender a rebolar/dizer não é a
próxima etapa de aprendizado.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia dos namos

Lá vem o dia dos namorados e todos os seus melindres. Hoje percebi três categorias de solteiros:


A primeira que diz:
''Quero a sorte de amor tranquilo, com sabor de fruta mordida''


e todos aqueles melindres que só uma boa dose de carência fazem por você.


A segunda categoria diz:
''O amor está no mar. Pelo menos o meu ex, oferenda que eu devolvi e pedi à Iemanja uma 


coisinha melhor, com todo respeito''. 


 Que é o clube dos solteiros na fase da superação, quando finalmente percebem que o tempo passa, o mundo gira, o mundo é uma bola e o mundo tem muito mais corações pulsantes dando sopa por aí e que valem mais do que aquela trastinho que virou peça de museu.




E, finalmente, a terceira: 


"Não faz mal, eu tou carente mas eu tou legal'' 


Sinceramente, é a categoria que eu mais gosto, a la Mara Maravilha. É a categoria dos solteiros bem resolvidos, feliz, de vento em popa, feliz pra burro, assim com o mundo (eita, essa é outra!). Sim, carentes,mas melindrosos, nunca! Que não caem nas apelações de um dia que mercantiliza as relações humanas 


mwhuahuahua!






E aí, qual é a sua?


Ah nem falo dos casais porque aqui não é lugar deles, rum!





quarta-feira, 6 de junho de 2012

Conversa de chuva

Noite, chuva, bate papo cas amiga no feice
  1: meninaa, acho q vou mandar msg pro miche to doida aquiiiiiiii preciso dar muito amor por ai! hehehehehehehehehehehe
2:  huauhaahuhuahuahua chovendo entao ein
 1: oooooooo ai q a vontade aumenta! deitar na rede hummmm hahahaha
 2: ai para kkkkkkkkkkkkkkk
 1: parei pq nem eu aguento isso! vou mandar msg pra o Outro me declarando! hahahhaha tah tendo jogo neh!? to ouvindo altos gritos!
 2: tá hahahah e o sport ta ganhando
 1: eitaaaa entao ele deve tah super felizzz! hahahhahah vou mandar msg!
 2: hahahahahaahha so assim pra tu saber alguma coisa de jogo
 1: hahahahahahahahah nehhh e ainda digo mais, detesto jogo mas jah sei q nunca vou ficar com alguem q torce pro nautico os caras q torcem pro sport e santa sao bem mais meu estilo! hahahhahahah
2 : HAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAH
 1: hahhahahhahhahahha ****** OK

sábado, 26 de maio de 2012

Quando a música acaba

Começo de namoro: ele, bem educado, tímido, discreto e super apaixonado. Ela: fala alto, ri alto, depois do terceiro, quarto copo então... a própria se diz bipolar, mas vive na mania. Ele fazia questão de apresentá-la à família, aos amigos, era um gentleman. Ela andava pisando em ovos, queria muito mesmo ser uma menina de família, garota comportada, com muito esforço fazia a linha de moça apaixonada, mas queria mesmo era só dá uns amassos no boy e pronto. Se eu disser que isso é coisa de ariana, ela não vai acreditar. Na verdade o coração dela tava longe dali, mas gostava da forma gentil que era tratada por ele. É assim: homem não pode ver mulher bonita e mulher não pode ver homem gentil, eis o segredo. Num desses esforços para ser uma boa menina de namorinho de portão, foi com ele para uma festa de reveillon chiquetérrimo, no qual estariam os chefes do garoto promissor. Festa vai, festa vem, champagne,música alta, as pessoas falando alto com dificuldade. Até que encontraram um dos chefes dele com a esposa. Apresentaram-se, ela fazendo a linha, sempre! Deram dois beijinhos, quase não escutam os nomes. O chefe e a esposa falam qualquer bobagem entre eles, na dificuldade do som alto. Ela também aproveita para falar qualquer bobagem com ele, também na dificuldade do som alto. PAUSA: Sempre tem o momento da auto combustão, aquele momento em que a pessoa pega o galão de gasolina, se molha toda e risca o fósforo e se queima gratuitamente. Esse momento que ela tanto temia, chegou. CONTINUA: Sabe aqueles momentos Chaves da sua vida? Comédia pastelão? Pois. O momento em que ela foi falar com dificuldade no ouvido dele, por causa da música alta, sincronizou com aquele momento em que a música PARA. Quem nunca? Eis, que na frente do chefe do menino promissor, na frente da senhora sua esposa, na frente da festa inteira, ela berrou: - JÁ VI UM ESCURINHO ALI PRA GENTE SARRAR! O chefe: olhou com uma cara maliciosa, deu uma gaitada e um tapinha no ombro do rapaz promissor. A mulher do chefe: séria. Ela: fica gaiza até hoje com essa história. Ele: Vermelho, não, roxo, não, bege, furta cor. Não falou nada durante uns 20 minutos, segurava a mão dela, mas não deixava mais ela falar ao seu ouvido. Depois de 8 meses, eles acabaram e ela voltou com ex. Mas hoje integra o cordão das solteiras do meu Recife.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Nesse caso, era doido

E aí que a mina tava sentada na mesa: ela, o paquera e o doido. Ela tava na boa, tomando uma cervejinha, na dela. O paquera, na verdade era um prego, mas ela tava lá, quem sabe... Quem sabe o doido músico começava a tocar um instrumento e olhasse bem no fundo dos olhos dela, ele parecia interessante. Foi isso que aconteceu e a mina pirou na pala do doido. O doido perguntou pro paquera da mina de que músicas ela gostava e ir acertando o passo. ''Cachaça do carai'', a minha pensou. Quem não tava bebo, já tava querendo, e como uma cena de novela das 8 ele faz uma promessa que não passaria muito tempo sem vê-la. A mina deu uma morridinha soterrada. Chegou em casa, super viajando na história, na promessa, nas músicas oferecidas, viajando no arco-íris. Ligou o computador e, ÓBVIO, foi procurar o doido no feice. Deu de cara com um: relacionamento sério (nesse caso ele estava se enquadrando em duas classificações, doido e comprometido). A sensação da mina foi: fuen, fuen, fueeeen... Esses homens são lasca! O tempo passou, a mina de signo de ar, tratou logo de desapegar. O tempo passou mais e a mina e o doido se encontram novamente... Ela lembra da promessa que ele não cumpriu (e desde quando doido cumpre promessa, não é mesmo?). A história se repete, músicas oferecidas, muitos bares, muitas cervejas, acabam na casa de uma menina que a mina nunca tinha visto na vida (milagre recifense) e o clima rolando com o doido. O dia amanhece, ela resolve ir embora e vai atrás dela e se pegam L-O-U-C-A-M-E-N-T-E escondidos no fundo do prédio. Segundo a memória etilicamente prejudicada da mina, o povo aparece e resolve ir pra outra casa, às 6h da manhã. Todos vão dormir menos, claro, a mina e o doido e se pegam loucamente no banheiro dessa outra casa que a mina também não faz a mínima ideia de quem seja. Tava tudo um conto de fadas, lindo, maravilhoso. Conversaram, ele deitado no colo dela, a luz mágica das 7h da manhã invadindo a sala, ATÉ QUE o doido surta. Começa a falar nada com nada e a mina tentando estabelecer um diálogo. O doido começa a cantar, a falar, a cantar-falando, a falar-cantando. Passaram uns 20 minutos e a mina ''entendeu'' que ele tava conversando em forma de música (ai, esses artistas). De repente ele começa a cantar ALTO, a falar, a chorar e a dizer que tava namorando, falar, chorar, gritar, cantar-chorando, chorar-falando, quase uma tragédia grega. E a mina com um grito de - SOCORRO! engasgado na garganta, procurando a capa invisível de Harry Potter e sumir e o doido não deixava. A mina que ia trabalhar às 11h, conseguiu se livrar às 9h da manhã. Foi trabalhar passada com a doidice alheia, toda quebrada e cheia de roncha.
#asminanãopiraemdoido